A segurança pública foi destaque na reunião plenária desta segunda.
Joel da Harpa, do PTN, criticou o projeto de lei complementar, de autoria do Poder Executivo Federal, que tem o objetivo de criar o Plano de Auxílio aos Estados e ao Distrito Federal e estabelecer medidas de estímulo ao reequilíbrio fiscal. De acordo com o deputado, o projeto vai trazer prejuízo aos servidores públicos, em especial aos militares. “Fica aqui uma lição de que o Governo do Estado, diante da pouca capacidade de policiamento que tem, deve saber utilizá-la para as prioridades e não para criminalizar os movimentos sociais.”
Em aparte, Antônio Moraes, do PSDB, concordou com a crítica de Joel da Harpa.
Edilson Silva, do PSOL, leu a carta que pretende enviar em nome do seu mandato e da presidência da Comissão de Cidadania à turista sérvia Vera Stefanovitc, que foi esfaqueada no Recife no último sábado. Ele criticou as autoridades pernambucanas por não se pronunciarem sobre o assunto. Em aparte, Lucas Ramos, do PSB, também integrante da Comissão de Cidadania, pediu que Edilson Silva acrescente à carta o anúncio de abertura de concurso público com novecentas e sessenta e seis vagas para a área de segurança pública que será publicado nesta terça.
Também em aparte, o líder do Governo, Waldemar Borges, do PSB, afirmou que o Poder Executivo tem feito esforços para enfrentar o problema da segurança pública, e que não sabia que a turista seria assaltada.
Edilson Silva e Waldemar Borges voltaram a debater a questão da criminalidade no final da reunião. O deputado do PSOL criticou a falta de policiamento no Recife Antigo enquanto havia 19 viaturas da Polícia Militar em uma ocupação às margens da rodovia BR-101. “Fica aqui uma lição de que o Governo do Estado, diante da pouca capacidade de policiamento que tem, deve saber utiliza-la para as prioridades e não para criminalizar os movimentos sociais.”
Waldemar Borges retrucou e destacou que o Governo cumpria um mandato judicial.
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